Emigrar: ganhar mais e viver com menos

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Nunca gostei de entulho. Mas se há coisa que aquelas limpezas gerais ao sábado de manhã me ensinaram é que, inevitavelmente, as coisas têm tendência a acumular. São as revistas que se lê, a papelada do trabalho que se traz para casa, as contas pagas que não foram arquivadas, aquela peça de estação que não se resistiu a comprar, o livro que o amigo emprestou, a artigo decorativo que recebeu e não sabe onde por…

Geralmente essas minhas limpezas gerais produzem uma pilha épica de lixo e inúmeros sacos de roupa para doar. Vai tudo a eito! No fim, fica tudo limpo, arrumado e uma sensação de missão cumprida… até ao próximo mês!

No que respeita ao acumular de tralha, mudar-me para o Dubai no ano passado foi a melhor coisa que me aconteceu. Vendemos praticamente tudo o que tínhamos e viemos cada um apenas com a sua mala de roupa (e vinho!).

Porquê?

Porque quando se parte com um data de regresso em mente – dois ou três anos depois – não há razão lógica para acumular pertences, embora todos os dias veja centenas de famílias a vender tudo e mais alguma coisa porque se vão embora e não faz sentido levar a casa às costas.
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