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“Ya, ya… Mas quem é ela para falar?”

É uma pergunta legítima.

Bom, para começar, eu tenho a vossa idade. Mais coisa, menos coisa!

O problema da maioria dos livros e artigos sobre este tema é que são escritos por especialistas com idade para serem nossos pais. Estes gurus dos Recursos Humanos entraram no mercado de trabalho quando nós ainda nem sequer tínhamos nascido e não fazem puto o que é ser recém-licenciado à procura do primeiro emprego no século XXI.

Já eu, não me julgo grande entendida em coisa nenhuma mas aos 23 anos era directora de marketing e aos 25 estava a reportar ao CEO de uma multinacional líder de mercado. Resumido assim soa a uma carreira de sucesso, certo? E se vos disser que numa carreira de 6 anos, já estive 4 vezes à procura de emprego? Ouch!

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Licenciado. E agora, mestre.

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Nomeei esta secção “Licenciado. E agora?” porque o tema central é a gestão do início de carreira e a maioria de nós entra licenciado no mercado de trabalho. Mas todos sabemos que desde Bolonha qualquer finalista considera pelo menos uma vez a opção de fazer um mestrado, razão que me leva a escrever este post.

Antes de mais, quero deixar bem claro que sou uma learning junky, a favor do investimento no ensino. A favor de licenciatura + mestrado tudo de enfiada, é que nem por isso.

É claro que cada caso é um caso e há cursos em que faz sentido, outros em que o mestrado é integrado e sem ele não se obtém uma licença profissional. Mas falo numa perspectiva geral e não para estes casos particulares ou para quem quer seguir uma carreira académica.

Encontrei um artigo no Expressoemprego.pt que refere porque os mestrados são uma boa opção, com muito bla bla bullshit sobre estimulação intelectual bla bla à mistura. Se estás a ponderar essa decisão, considera também as razões pelas quais pode ser uma má opção. Continue with reading

Ano novo, vida nova.

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Mas que vida nova haverá em Portugal? Quando o desemprego jovem atinge os 36,8%, que resoluções de ano novo poderão fazer qualquer tipo de diferença na vida profissional de alguém com vinte e poucos anos? Que objectivos de carreira poderão ter aqueles que decidiram ficar, e não seguiram a solução de Passos Coelho?

A minha resolução para 2014 é esta: depois de ter partido, dar o meu melhor para ajudar quem não o fez.

Este blog é uma mistura de marketing pessoal e gestão de carreira, com base na minha experiência e nas leituras que vou fazendo. São dicas úteis para qualquer pessoa, mas mais direccionadas para estudantes universitários, recém-licenciados à procura do 1º emprego e jovens profissionais. Sintam-se livres para contribuir.

Feliz ano novo e um brinde. Aos que ficaram!

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